Pela última vez, 33

Hoje, essa volta chamada idade completa mais uma ciclo e amanhã é dia de começar um novo ano. Não mais aos 33, agora o 34 quem irá me acompanhar.

Eu adotei uma gata idosa e cega, fiquei desempregada – ainda bem, pois não teria encontrado o trabalho que estou agora – fiz minha primeira excursão no estilo bate e volta sozinha, não me apaixonei por outros, só por eu mesma, li muito, reduzi meu armário de roupas, sapatos e acessórios a menos da metade em quantidade, voltei a escrever, fiz cursos incríveis de tudo (bordado, criatividade, xadrez, inglês, Edgar Degas, escrita, ASO), Yoga tornou-se minha queridinha, fiz novos amigos, mantive outros, comecei e terminei freelas, me viciei em séries sul-coreanas, fiz várias receitas boas, dei presentes com muito amor, rezei, meditei, fiquei bem mais quieta, faxinei muito, vou ser tia, me despedi de meu avô.

Quantas coisas mais vivi e nem listei. Fui escrevendo como fui lembrando, assim, pra testar o que entraria em erupção na minha mente. Deixei explodir e vazar.

Segundo o Astrolink, “é hora de libertações! Inicia-se um processo positivo de ruptura e evolução. Aproxime-se das pessoas que lhe fazem bem e nem sinta culpa em se afastar de quem não te faz bem. Como o clima de sensibilidade está em foco, nossa intuição fica mais ativa. Escute-a“.

Não sei se foi no mesmo lugar que li, mas comentava que esse é o ciclo em que vou colher o que plantei pelos últimos dois anos. Tomara, isso seria excelente. Foi uma delícia me tornar quem eu abriguei até aqui.

Olhei agora no relógio e apontou 17:17. Faça um pedido!


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