Acabei de assistir – sim, em uma única sentada – o seriado “O Povo contra OJ. Simpson: American Crime Story”, disponível na Netflix.
Vou começar pelo que interessa, lembrando que essa é uma opinião 100% embasada em meu gosto pessoal e achismos meus, não tem nenhum mérito de conhecimento crítico da arte e histórico.
Dito isso, a conclusão, para quem não quer ler esse texto até o final é: Recomendado. Assitam!
- Que time de atores, #çassinhora <3

- Sterling K. Brown – Christopher Darden
- Kenneth Choi – Lance Ito
- Christian Clemenson – William Hodgman
- Cuba Gooding Jr. – O. J. Simpson
- Bruce Greenwood – Gil Garcetti
- Nathan Lane – F. Lee Bailey
- Sarah Paulson – Marcia Clark
- David Schwimmer – Robert Kardashian
- John Travolta – Robert Shapiro
- Courtney B. Vance – Johnnie Cochran
2. Baseado em fatos reais
Não sei vocês, mas eu sempre fico especialmente curiosa, intrigada e absorvida por histórias que são baseadas em fatos reais.
Inclusive, no final, quando mostram as pessoas reais e os atores, fiquei totalmente impressionada com a semelhança e também adoro quando eles relatam o que aconteceu depois e como estão.

3. Para pensar e causar desconforto
Uma das coisas que mais mexeu comigo nessa série foi um profundo sentimento de que todo o tempo as pessoas trabalharam para ter razão e não para encontrar de fato o assassino, seja quem for, inclusive o OJ.
Talvez, pelo meu momento de vida, que é uma transformações radical entre alguém que valorizava estar certa para alguém que valoriz estar em paz – meu clichê preferido atualmente, possivlemente uma futura tatuagem – isso me imapctou tanto.

Até onde as pesssoas vão. O que elas deixam de fazer. De falar. As coisas que escolhem ignorar.
4. Sempre bom umas voadoras com dois pés no peito sobre racismo e feminicídio pra colocar todos em perspectiva
Nunca é demais lembrar porque algumas questões não são frescura ou exagero e sim uma realidade vivida por muitos. Não, não pode mais fazer certas piadas. Não, não pode mais culpar a vítima. Não, não pode mais querer privilégios a custa dos outros se subjugarem a sua cor, raça, gênero, entre muitos outros aspectos usados para diminuir os direitos de alguém.
É isso que eu queria escrever e compartilhar 🙂
Se animar, deixa nos comentários uma indicação de série!


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